o passeio vernet, denis diderot

O Passeio Vernet – no original La Promenade Vernet – é resultado de uma travessia linguística: translatare, traducere, translatio. Texto destinado inicialmente a um narratário e a um leitorado do século XVIII, a tradução aqui dada a lume destina-se a leitores brasileiros do século XXI e busca caminhar lado a lado com eles. 

Flávia Falleiros

 

O Passeio Vernet é uma tradução inédita no Brasil do texto original, de 1767, de Denis Diderot. O e-book lançado pela Editacuja tem organização, tradução e notas de Flávia Falleiros e cotradução de Letícia Iarossi. Falleiros assina ainda o ensaio Arte, Natureza, Religião e Sociedade e nos oferece um guia para acompanhar  o passeio com Diderot,  retratando aspectos artísticos e literários da Paris do século XVIII. O livro, em formato digital, será disponibilizado gratuitamente após o lançamento, reafirmando o compromisso da editora e da autora com o conhecimento democratizado.

organização, ensaio e notas de tradução Flávia Falleiros

tradução Flávia Falleiros e Letícia Iarossi

projeto gráfico Cecília Costa e Tatiana Podlubny 

revisão Daniela Guanaes e Marcelo Beso Veronese

edição Érica Casado e Malu Scaramella

Tradução e ensaio. Editacuja, São Paulo, 2021. 

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lançamento

É com prazer que convidamos você para o lançamento d’ O Passeio Vernet dia 21 de maio, sexta-feira às 14h. Na live de lançamento, contaremos com a presença de Michel Delon, professor emérito da Université Sorbonne IV Paris que falará sobre Diderot hoje seguido da apresentação do livro pela autora Flávia Falleiros. O encontro será remoto e a sua participação será certificada pela Universidade do Estado de São Paulo – Unesp e a Editacuja Editora. Ficaremos felizes com a sua presença.

Confira as matérias sobre o lançamento no Jornal da Unesp e Diário da Região.

autora e tradutora

Flávia Falleiros é professora de Teoria literária na UNESP, tradutora com mais de uma trintena de traduções publicadas, entre os quais: O Camponês de Paris, do surrealista francês Louis Aragon (1996); Topografia ideal de uma agressão caracterizada, do escritor argelino de expressão francesa Rachid Boudjedra, tradução que lhe valeu, em 2009, o Prêmio Jabuti de melhor tradução de língua francesa (2° lugar); Alá e as crianças-soldados, do romancista marfinense de expressão francesa Ahmadou Kourouma,  Prêmio 2004 Maison de France–FNAC (trabalhos assinados como Flávia Nascimento). Flávia também foi professora estrangeira convidada no Département Littératures et langages (LILA), da École Normale Supérieure de Paris, nos anos em que viveu na França.

A autora Flávia Falleiros tem um canal do YouTube, Literatura e Cercanias. No canal, é possível assistir vídeos relacionados ao tema desta publicação:  

tradutora

Letícia Iarossi nasceu em Piracicaba (Estado de São Paulo), em 29 de agosto de 1994. É bacharel em Letras com Habilitação de Tradutor, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de São José do Rio Preto. Desde criança foi muito ligada à arte, em especial à dança e à literatura, e hoje atua como arte-educadora, revisora e tradutora. Anima diversos projetos culturais, organizando saraus, eventos, palestras e oficinas; é a articuladora do Sarau na Praça XV, na cidade de Ribeirão Preto. Durante o período de pandemia, foi cofundadora do Sarau na quarentena, encontros on-line e concursos literários que resultaram em antologias, publicadas em livros físicos. Letícia Iarossi também é agente literária e autora.

editacuja na academia

É com imensa alegria que a Editacuja oferece um novo espaço para a edição de livros acadêmicos no formato de e-books. Com o mesmo cuidado já apresentado nas edições literárias, agora voltamos nosso olhar também para a literatura acadêmica. Um texto acadêmico nem sempre nasce como livro. Uma tese, uma dissertação ou um artigo são modalidades que se constroem a partir de códigos e de formas de legibilidade próprias do contexto em que são produzidos. Nós, editoras, entendemos que a passagem do texto acadêmico para livro envolve um processo de lapidação, que potencializa linguagens e narrativas. Lapidar é criar espaço para o diálogo e a troca constantes entre editoras e autores/as; é o olhar informado, atento e dedicado sobre o texto; é dar ao texto a fluidez narrativa que o torna um bom livro, sem perder os elementos teóricos, conceituais, descritivos e analíticos que compõem o gênero acadêmico.

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